sábado, 6 de maio de 2017


aquologiasrainha NefertitiHá muitas controvérsias na comunidade arqueológica sobre o paradeiro da múmia da rainha Nefertiti (Foto: Flickr/^CiViLoN^) Vale dos Reis, Egito, 1922. Foi nesse momento em que arqueólogos encontraram a tumba intacta de Tutancâmon, faraó cujo reinado foi de 1327 a 1336 a.C. e que faleceu aos 18 anos.
A comunidade arqueológica considera essa uma das principais descobertas do século. O que não se sabia até então é que a tumba do faraó possui duas câmaras escondidas dentro dela. Além disso, segundo o especialista em história egípcia, Nicholas Reeves, o corpo da rainha Nefertiti, sogra e madrasta de Tutancâmon, pode estar em um desses aposentos.
Há diversas controvérsias sobre a múmia de Nefertiti. Alguns arqueólogos acreditam que ela tenha sido encontrada em 1898, outros que ela morreu e foi enterrada ao lado do marido. Ainda assim, existem várias especulações sobre a possibilidade de Nefertiti ter vivido mais que o esposo e ter reinado o Egito sozinha por um tempo. No caso desta última proposta, o paradeiro dela é desconhecido.


cristianismo João Batista, a biografia do ultimo profeta.




João nasceu numa pequena aldeia chamada Aim Karim, a cerca de seis quilômetros lineares de distância a oeste de Jerusalém. Segundo interpretações do Evangelho de Lucas, era um nazireu de nascimento. 

Outros documentos defendem que pertencia à facção nazarita de Israel, integrando-a na puberdade, era considerado, por muitos, um homem consagrado. De acordo com a cronologia neste artigo, João teria nascido no ano 7 a.C.; os historiadores religiosos tendem a aproximar esta data do ano 1º, apontando-a para 2 a.C.

Como era prática ritual entre os judeus, o seu pai Zacarias teria procedido à cerimonia da circuncisão, ao oitavo dia de vida do menino. A sua educação foi grandemente influenciada pelas ações religiosas e pela vida no templo, uma vez que o seu pai era um sacerdote e a sua mãe pertencia a uma sociedade chamada "as filhas de Araão", as quais cumpriam com determinados procedimentos importantes na sociedade religiosa da altura.

Aos 6 anos de idade, de acordo com a educação sistemática judaica, todos os meninos deveriam iniciar a sua aprendizagem "escolar". Em Judá não existia uma escola, pelo que terá sido o seu pai e a sua mãe a ensiná-lo a ler e a escrever, e a instruí-lo nas atividades regulares.

Aos 14 anos há uma mudança no ensino. Os meninos, graduados nas escolas da sinagoga, iniciam um novo ciclo na sua educação. Como não existia uma escola em Judá, os seus pais terão decidido levar João a Engedi(atual Qumram) com o fito de este ser iniciado na educação nazarita.

João terá efetuado os votos de nazarita que incluíam abster-se de bebidas intoxicantes, o deixar o cabelo crescer, e o não tocar nos mortos. As ofertas que faziam parte do ritual foram entregues em frente ao templo de Jerusalém como caracterizava o ritual.
Engedi era a sede ao sul da irmandade nazarita, situava-se perto do Mar Morto e era liderada por um homem, reconhecido, de nome Ebner.

O pai de João, Zacarias, terá morrido no ano 12 d.C.. João teria 18-19 anos de idade, e terá sido um esforço manter o seu voto de não tocar nos mortos. Com a morte do seu pai, Isabel ficaria dependente de João para o seu sustento. Era normal ser o filho mais velho a sustentar a família com a morte do pai. João seria filho único. Para se poder manter próximo de Engedi e ajudar a sua mãe, eles terão se mudado, de Judá para Hebrom (o deserto da Judeia).


Ali João terá iniciado uma vida de pastor, juntando-se às dezenas de grupos ascetas que deambulavam por aquela região, e que se juntavam amigavelmente e conviviam com os nazaritas de Engedi.

Isabel terá morrido no ano 22.d.C e foi sepultada em Hebrom. João ofereceu todos os seus bens de família à irmandade nazarita e aliviou-se de todas as responsabilidades sociais, iniciando a sua preparação para aquele que se tornou um “objectivo de vida” - pregar aos gentios e admoestar os judeus, anunciando a proximidade de um “Messias” que estabeleceria o “Reino do Céu”.

De acordo com um médico da Antioquia, que residia em Písia, de nome Lucas, João terá iniciado o seu trabalho de pregador no 15º ano do reinado de Tibério. Lucas foi um discípulo de Paulo, e morreu em 90. A sua herança escrita, narrada no "Evangelho segundo Lucas" e "Atos dos Apóstolos" foram compiladas em acordo com os seus apontamentos dos conhecimentos de Paulo e de algumas testemunhas que ele considerou. Este 15º ano do reinado de Tibério César terá marcado, então, o início da pregação pública de João e a sua angariação de discípulos por toda a Judeia em acordo com o Novo Testamento.


É perspectiva comum que a principal influência na vida de João terá sido o registros que lhe chegaram sobre o profeta Elias. Mesmo a sua forma de vestir com peles de animais e o seu método de exortação nos seus discursos públicos, demonstravam uma admiração pelos métodos antepassados do profeta Elias. Foi muitas vezes chamado de “encarnação de Elias” e o Novo Testamento, pelas palavras de Lucas, refere mesmo que existia uma incidência do Espírito de Elias nas ações de João.

O Discurso principal de João era a respeito da vinda do Messias. Grandemente esperado por todos os judeus, o Messias era a fonte de toda as esperanças deste povo em restaurar a sua dignidade como nação independente. Os judeus defendiam a ideia da sua nacionalidade ter iniciado com Abraão, e que esta atingiria o seu ponto culminar com achegada do Messias. João advertia os judeus e convertia gentios, e isto tornou-o amado por uns e desprezado por outros.


Importante notar que João não introduziu o batismo no conceito judaico, este já era uma cerimonia praticada. A inovação de João terá sido a abertura da cerimonia à conversão dos gentios, causando assim muita polemica.

Numa pequena aldeia de nome “Adão” João pregou a respeito “daquele que viria”, do qual não seria digno nem de apertar as alparcas (as correias das sandálias). Nessa aldeia também, João acusou Herodes e repreendeu-o no seu discurso, por este ter uma ligação com a sua cunhada Herodíades, que era mulher de Filipe, rei da Ituréia e Traconites (irmão de Herodes Antipas I). 

Esta acusação pública chegou aos ouvidos do tetrarca e valeu-lhe a prisão e a pena capital por decapitação alguns meses mais tarde.
João batizava em Pela, quando Jesus se aproximou, na margem do rio Jordão. A síntese bíblica do acontecimento é resumida, mas denota alguns fatores fundamentais no sentimento da experiência de João. 

Nesta altura João encontrava-se no auge das suas pregações. Teria já entre 25 a 30 discípulos e batizava judeus e gentios arrependidos. Neste tempo os judeus acreditavam que Deus castigava não só os iníquos, mas as suas gerações descendentes. Eles acreditavam que apenas um judeu poderia ser o culpado do castigo de toda a nação. 

O baptismo para muitos dos judeus não era o resultado de um arrependimento pessoal. O trabalho de João progredia .
Os relatos Bíblicos contam a história da voz que se ouviu, quando João batizou Jesus, dizendo “este é o Meu filho amado no qual ponho toda a minha complacência . Refere que uma pomba esvoaçou sobre os dois personagens dentro do rio, e relacionam essa ave com uma manifestação do Espírito Santo. Este acontecimento sem qualquer repetição histórica tem servido por base a imensas doutrinas.

O aprisionamento de João ocorreu na Pereia, a mando do Rei Herodes Antipas I no 6º mês do ano 26 d.C.. Ele foi levado para a fortaleza de Macaeros (Maqueronte), onde foi mantido por dez meses até ao dia de sua morte. O motivo desse aprisionamento apontava para a liderança de uma revolução. Herodias, por intermédio de sua filha, tradicionalmente chamada de Salomé, conseguiu coagir o Rei na morte de João, e a sua cabeça foi-lhe entregue numa bandeja de prata.Os discípulos de João trataram do sepultamento do seu corpo e de anunciar a sua morte ao seu primo Jesus.

João era um judeu de educação. Toda a filosofia judaica foi-lhe incutida desde criança. No tempo de João Baptista o povo vivia subjugado à soberania dos chamados gentios havia quase cem anos. A desilusão nacional levantava inúmeras questões a respeito dos ensinamentos de Moisés, do desocupado trono de David e dos pecados da nação.

Era difícil de explicar na religião daquele povo a razão pela qual o trono de David se encontrava vazio. A tendência do povo era justificar os acontecimentos adversos com um provável “pecado nacional”, tal como tinha acontecido anteriormente no cativeiro da Babilônia  e outros mais.


Os judeus acreditavam na previsão de Daniel a respeito do Messias, e consideravam que a chegada desse prometido iniciaria uma nova época – a do Reino do céu. A pregação de João é fortemente influenciada pela antevisão do "Reino dos Céus". E os ouvintes acreditavam que o esperado Messias estaria para chegar e restaurar a soberania do povo que eles definiam como escolhido, e iniciar uma nova época na Terra: a época de justiça.

A pergunta era quando. A fé de todos defendia que seria ainda naquela geração, e João vinha confirmar o credo. A fama da sua pregação era o facto deste pregador ser tão convicto ao anunciar o Messias para breve. Milhares de pessoas, na sua ânsia pela liberdade acreditavam devotamente em João e nas sua admoestações.

Muitos judeus acreditavam que o Reino dos Céus iria ser governado na terra por Deus em via direta. Outros acreditavam que Deus teria um representante – o Messias, que serviria de intermediário entre Deus e os Homens. Os judeus acreditavam que esse reino seria um reino real, e não um reino espiritual como os cristão mais tarde doutrinaram. Foi esse o motivo da negação de Jesus como o Messias, por parte da maioria do povo Judeu.
João pregava que o "Reino de Deus" estaria "ao alcance das mãos" e essa pregação reunia em sua volta centenas de pessoas sedentos de palavras que lhes prometessem que o seu jugo estava próximo do fim.

João escolheu o Vau de Betânia para pregar. Este local de passagem era frequentada por inúmeros viajantes que levavam a mensagem de João a lugares distantes. Isto favoreceu grandemente o espalhar das suas palavras. Quando ele disse "até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão" ele referia-se à 12 pedras que Josué tinha mandado colocar na passagem do rio, simbolizando as doze tribos, na primeira entrada do povo na Terra Prometida.
João era um pregador heroico  Ele falava ao povo expondo os líderes iníquos e as suas transgressões. Quando o assemelhavam a Elias, era porque este tinha o mesmo aspecto rude e admoestador do seu antecessor. João não queria simpatia. Ele pregava a mudança, chamava "raça de víboras" e com o indicador apontado, tal como Elias o tinha feito anteriormente, e isto o categorizou como profeta.

João tinha discípulos. Isto significa que ele ensinava. Ele tinha aprendizes com quem dispensava algum tempo em ensinar. Havia interesse nas suas palavras e filosofia nos seus ensinamentos.

Os Herodes que a bíblia relata

OS DIVERSOS HERODES DO NOVO TESTAMENTO

Apresentamos aqui a descrição dos Herodes dos tempos neotestamentários, com alguma abundância de pormenores: 

1. Herodes o Grande. Governante dos judeus de 40 a 4 A.C., nasceu em cerca de 73 A.C. Era idumeu ou edomita, isto é, descendente de Edom, um povo conquistado e levado ao judaísmo por João Hircano, em cerca de 130 A.C. Assim sendo, os Herodes, embora não fossem judeus de nascimento, supostamente eram judeus de religião. A religião era usada, portanto, como veículo para fomento do governo secular, isto é, atendendo aos interesses da família dos Herodes. Herodes o Grande foi nomeado procurador da Judeia em cerca de 47 A.C. A Galileia pouco mais tarde também ficou debaixo de seu controle. 

Após o assassínio de César. Herodes desfrutou das graças de Marco Antônio. O título de Herodes, “rei dos judeus”, foi-lhe dado por Antônio e Otávio. Opunha-se politicamente aos descendentes dos Macabeus, os quais, tendo por nome de família o apelativo Hasmon, eram chamados de Hasmoneanos. Estes controlavam Israel antes da dominação romana, e se ressentiam do governo de Herodes. 

Todavia, Herodes o Grande casou-se com uma mulher pertencente a essa família, Mariamne, neta do antigo sumo sacerdote Hircano II, embora essa medida não tivesse posto fim às suspeitas dos principais Hasmoneanos sobreviventes. Por isso mesmo, Herodes o Grande foi assassinado um por um, até que se livrou de todos eles, incluindo a própria Mariamne, e até mesmo os filhos que teve com ela. 

Esse foi apenas um dos muitíssimos assassínios cometidos por Herodes o Grande. Foi esse Herodes que perpetrou a matança dos inocentes, em Belém da Judéia (ver Mt 2), e antes de seu falecimento ordenou que seu próprio filho, Antípatre, fosse morto. Outrossim, providenciou para que, após a sua morte, todos os seus nobres fossem assassinados, para que não houvesse falta de lamentadores por ocasião de sua morte. 

Morreu de uma enfermidade fatal do estômago e dos intestinos. Por toda parte se tornou famoso por suas notáveis atividades como edificador. E essas atividades foram realizadas não só em seus próprios domínios, mas até mesmo em cidade estrangeiras (por exemplo, Atenas). Em seus próprios territórios ele reedificou Samaria (dando-lhe o nome de Sebaste, em honra ao imperador). Reparou a torre de Estrato, na costa do mar Mediterrâneo, fez ali um porto artificial e o chamou de Cesaréia. 

Mas a sua obra de arquitetura mais famosa foi a ereção de um magnificente templo em Jerusalém, construído para ultrapassar o de Salomão, tendo conseguido o seu intento, pelo menos em parte. Esse templo substituiu o templo erigido após o cativeiro, embora os judeus considerassem ambos como um só.alguns escritores antigos dizem que isso foi feito com o fito de pacificar os judeus, devido as suas traições e matanças, que envolveram muitos líderes, incluindo sacerdotes. Entretanto, os judeus jamais puderam-lhe perdoar o desaparecimento da família dos Hasmoneanos.

2. Arquelau, chamado de Herodes o etnarca, em suas moedas. Herodes o grande doou o seu reino a três de seus filhos: A Judéia e a Samaria ficaram com Arquelau (Mt 2.22), a Galiléia e Peréia ficaram com Antipas, e os territórios do nordeste couberam a Filipe (ver Lc 3.1). O imperador Augusto ratificou essas doações. Arquelau era o filho mais velho de Herodes, por sua esposa samaritana, Maltace. 

Herodes o Grande teve o seu programa de edificações continuado por Arquelau, e este parecia resolvido a exceder em crueldade e impiedade ao seu pai. O seu governo tornou-se, finalmente, intolerável, e uma delegação enviada da Judéia e da Samaria conseguiu a remoção de Arquelau. Nesta altura da história, a Judéia tornou-se uma província romana, passando a ser governada por procuradores nomeados pelo imperador.


3. Herodes, o Tetrarca. (ver Lc 3.19 e 9.7). Também era chamado Antipas. Era filho mais novo de Herodes e Maltace. Os distritos da Galiléia e da Peréia eram os seus territórios. É lembrado nos evangelhos por haver preso, encarregado e executado a João Batista bem como por causa de seu breve encontro com Jesus, quando do julgamento deste (Lc 23.7). Também se mostrou notável construtor. Edificou a cidade de Tibério. Divorciou-se da sua esposa (filha do rei dos nabateus, Aretas IV), a fim de casar-se com Herodias, esposa de seu irmão , Herodes Felipe, em vista do que João Batista lhe fez oposição. Essa ação foi, finalmente, a causa de sua queda, porquanto Aretas, usando tal coisa como justificativa (talvez válida, aos olhos dele), declarou guerra e derrotou definitivamente a Herodes, o Tetrarca. Esse Herodes terminou os seus dias no exílio.


4. Herodes Agripa, chamado de rei Herodes, em Atos 12.1. Era filho de Aristóbulo e neto de Herodes o Grande. Era sobrinho de Herodes o Tetrarca e irmão de Herodias. Após a execução de seus pais, em 7 A.C., foi levado a Roma e ali criado. Teve de abandonar Roma por causa de pesadas dívidas, e subsequentemente foi favorecido por Antipas. Por ter ofendido o imperador Tibério, foi encarcerado; mais tarde, porém, quando esse imperador morreu, foi posto novamente em liberdade. 


Mas tarde recebeu os territórios do nordeste da Palestina como seus domínios, e quando Antipas, seu tio, foi banido, também ficou com a Galiléia e a Peréia. O imperador Cláudio aumentou uma vez mais os seus territórios, anexando aos seus domínios a Judéia e a Samaria, de tal modo que Agripa finalmente dominou em um reino para todos os efeitos equivalente aos domínios de seu avô, Herodes o Grande. 

Agripa procurou obter o apoio dos judeus, e aparentemente grande foi a medida de sucesso alcançado. Assediou aos apóstolos, provavelmente por essa mesma razão (At 12.2 – e matou Tiago, irmão de João). Sua morte súbita e horrível é registrada por Lucas em Atos 12.23, sendo ali atribuída ao julgamento divino. 


No capítulo 12 do livro de Atos nos é dito que um certo Herodes – que é conhecido dos historiadores seculares como Herodes Agripa I – mandou matar o apóstolo Tiago, e quis fazer o mesmo com Pedro, mas um anjo apareceu e libertou Pedro da prisão. Então, próximo do fim do capítulo, Lucas nos dá este relato: 


Herodes, tendo-o procurado e não o achando, submetendo as sentinelas a inquérito, ordenou que fossem justiçadas. E, descendo da Judéia para Cesaréia, Herodes passou ali algum tempo. Ora, havia séria divergência entre Herodes e os habitantes de Tiro e de Sidom; porém estes, de comum acordo, se apresentaram a ele e, depois de alcançar o favor de Blasto, camarista do rei, pediram reconciliação, porque a sua terra se abastecia do país do rei. Em dia designado, Herodes, vestido de trajo real, assentado no trono, dirigiu-lhes a palavra; e o povo clamava: É voz de um deus e não de homem! No mesmo instante, um anjo do Senhor o feriu, por ele não haver dado glória a Deus; e, comido de vermes, expirou” (Atos 12:19-23).


Naturalmente, esta é o próprio tipo de história que os céticos dizem que prova que a Bíblia não é historicamente acurada. É muito forçada, eles dizem, para ser verdade.

Acontece, contudo, que a morte de Herodes Agripa é contada também pelo historiador judeu do primeiro século, Josefo. Sua narrativa diz:


“Então, quando Agripa tinha reinado durante três anos sobre toda a Judéia, ele veio à cidade de Cesaréia, que antes era chamada Torre de Strato, e ali ele apresentou espetáculos em honra a César, ao ser informado que ali havia um festival celebrado para se fazerem votos pela sua segurança. Em cujo festival uma grande multidão de pessoas principais se tinha reunido, as quais eram de dignidade através de sua província. 

No segundo dia dos quais espetáculos ele vestiu um traje feito totalmente de prata, e de uma contextura verdadeiramente maravilhosa, e veio para o teatro de manhã cedo; ao tempo em que a prata de seu traje sendo iluminada pelo fresco reflexo dos raios do sol sobre ela, brilhou de uma maneira surpreendente, e ficou tão resplendente que espalhou horror entre aqueles que olhavam firmemente para ele; e no momento seus bajuladores gritaram, um de um lugar, outro de outro lugar, (ainda que não para o bem dele) que ele era um deus; e acrescentavam: "Sê misericordioso conosco, pois ainda que até agora te tenhamos reverenciado somente como um homem, contudo doravante te teremos como superior à natureza mortal". 

Quanto a isto o rei não os repreendeu, nem rejeitou sua ímpia bajulação. Mas, estando ele presente, e depois olhou para cima, viu uma coruja pousada numa corda sobre sua cabeça, e imediatamente entendeu que este pássaro era o mensageiro de más notícias, como tinha sido antes mensageiro de boas notícias; e caiu na mais profunda tristeza. 

Uma dor severa também apareceu no seu abdome e começou de maneira muito violenta. Ele portanto olhou para seus amigos e disse: "Eu, a quem chamais deus, estou presentemente chamado a partir desta vida; enquanto a Providência assim reprova as palavras mentirosas que vós agora mesmo me disseram; e eu, que por vós fui chamado imortal, tenho que ser imediatamente afastado depressa para a morte..." Quando ele acabou de dizer isto, sua dor se tornou violenta. Desse modo, ele foi carregado para dentro do palácio; e o rumor espalhou-se por toda parte, que ele certamente morreria dentro de pouco tempo... E quando ele tinha se esgotado muito pela dor no seu abdomem durante cinco dias, ele partiu desta vida” (Antiguidades, XIX, 7.2).


Seu filho único, também chamado Agripa, passou a governar alguns dos territórios que haviam pertencido a seu pai. Suas duas filhas Berenice (At 25.13) e Drusila (At 24.24), foram outras pessoas sobreviventes de sua família.


5. Agripa, filho de Herodes Agripa (nº 4 acima). Era jovem demais para assumir a liderança, após o falecimento do seu pai. Mais tarde recebeu o título de rei da parte de Cláudio, e passou a governar o norte e o nordeste da Palestina. Mais tarde Nero aumentou os seus territórios. De 48 a 66 D.C., ele exerceu autoridade de nomear os sumos sacerdotes dos judeus. Procurou, com grande empenho, evitar o conflito entre os judeus e os romanos (66 D.C.), mas fracassou na tentativa. Permaneceu fiel a Roma. Nas páginas do N.T. ele é conhecido devido ao seu encontro com o apóstolo Paulo, segundo está registrado em Atos 25.13 – 26.32). 

No trecho de Atos 26.28, lemos: “por pouco me persuades a me fazer cristão”, embora alguns pensem que a verdadeira tradução seria algo como: “Com bem pouca persuasão pensas em fazer-me cristão?” (como a tradução ASV); ou então: “estás apressado a persuadir-me a fazer de mim cristão!” (como as traduções GD e WM), portanto Herodes, evidentemente, proferiu essas palavras em tom de muchocho, e não seriamente. Ele morreu sem filhos, em cerca de 100 D.C.
Arqueologia da Cidade de Gadara
A cidade romana de Gadara

Umm Qais é uma cidade na Jordânia localizada no sítio das ruínas da cidade Romana-Helenística de Gadara, (Greek: Γάδαρα, também transliterado como Gádara). Gadara era uma das Dez Cidades autônomas situadas a sudeste do Mar da Galiléia e que eram habitadas predominantemente por não judeus na época de Jesus. Era também o nome de uma região gentílica que correspondia à localização da cidade.Esta cidade era habitada por nobres, assim sendo uma cidade rica e luxuosa. Nessa cidade ocorreu um dos milagres de Jesus: a expulsão dos demônios de um habitante gadareno falido, palavra também chamada de ``O endemoniado gadareno´´.

Gadara era uma cidade romana no norte da Jordânia. Tinha uma universidade a partir do qual Meleagro, o grande poeta veio. Hoje dois teatros sobreviver, além de vários templos e pilhas de pedras. A cidade foi reduzida a escombros, provavelmente de algum terremoto passado. Gadara é notável por causa do uso de pedra de basalto negro. De Gadara se tem uma vista magnífica do mar da Galiléia, ao norte eo Vale do Jordão, ao sul. Hoje ela é conhecida como Qais Um.

História
O nome atual e mais utilizado, Umm Qais, é um termo Árabe que significa "A Mãe de Qais", com uma modificação de ortografia e pronúncia do nome Romano Caius. O antigo nome Gadara aparenta ser Semítico. Provavelmente é derivado do termo hebraico gader (גדר), que significa "cercado" ou "fronteira".
Umm Qais, Gadara da Decápole. Vista panorâmica do Teatro Ocidental, parcialmente escavado.


A Cardo Maximus de Gadara olhando para o sul. No lado esquerdo, uma fileira de lojas junto a uma das mais importantes vias da cidade antiga.e um friso esculpido encontrados no Nymphaeum recentemente escavado.
O Atrium da basílica octogonal mostra colunas de calcário branco, enquanto as colunas do interior são feitos de basalto negro.


A porta no centro é uma adição posterior feita para a abside da basílica octogonal.

Plano geral do Complexo Catedral de Gadara: do lado norte, encontramos a Atrium (n.1), a Basílica Octogonal (n.2), eo Baptistério (n.3). Cada parte do edifício foi ricamente decorado com mármores de diferentes cores.
Vista do interior do octógono central, com suas colunas de pedra de basalto.
A Basílica de forma octogonal (esquerda) e sua Atrium retangular (direita).
Vista geral da Maximus Decumanus de Gadara antigo. Extremidade oeste da rua é marcada por dois portões monumentais.
Duas portas de pedra de basalto pesados ​​mantidos no Museu de Umm Qais.
Retrato de um indivíduo anônimo esculpido em pedra branca (Museu de Umm Qais).

Empoleirado 1.800 pés acima do lago da Galiléia, seis quilômetros ao sul de sua margem sul, é uma coleção de ruínas caíram conhecido pelos locais como Umm Qais. Aqui era a cidade de Gadara. O nome é provavelmente relacionado com a raiz semítica para "cerca" ou "fronteira". O site, de fato, marca uma fronteira natural. Enquanto ligando os dois auto-estradas internacionais, Estrada do Rei e do Trunk Road Grande, também tem pistas de 1.800 metros para a defesa, a oeste (Vale do Jordão) e norte (do rio Yarmuk), bem como a inclinação para baixo para Wadi al-'Arab no sul. Em tempo de paz, subida e descida não eram grande problema a cavalo, de modo Gadara possuía extensões abaixo: um porto no lago e, a partir do século 2 aC, banhos de água mineral quente na Yarmuk em um lugar hoje conhecido como Hamat Gader. Hoje, além de seus monumentos, o site oferece panoramas grandiosos sobre Israel, Jordânia e Síria.

Atraídos pela localização estratégica, os Ptolomeus estabeleceu o primeiro assentamento aqui, que recebeu um muro ao redor de 200 aC. Isso pode ter sido construída como preparação para a guerra com os selêucidas, que, com a ajuda de elefantes de batalha, levou ambos os lados do Jordão a partir do Ptolomeus no tempo mais que isso. Grande parte da parede pode ser rastreada hoje por cerca de dois quilômetros. O original fortaleza solução continuou a determinar a forma básica do centro da cidade.

Em 167 aC, o rei selêucida Antíoco Epifânio ofendido sensibilidade religiosa judaica, provocando a revolta dos Macabeus. Gadara estendeu por décadas. Apenas cerca de 100 aC fez o Hasmoneus Alexander Jannaeus tomar a cidade após um cerco de 10 meses.

Quando o general romano Pompeu conquistou a região em 64 aC, ele restaurou Gadara a regra local. Os cidadãos grato aprovou um novo calendário que data de seu edital. Independência não durou muito, entretanto. Em 30 aC Augusto recebeu a região para Herodes. Após atrito sob seu domínio por uma década, o gadarenos queixou ao imperador. Sua petição foi negada. Esperando uma dose da ira de Herodes, alguns fenda suas gargantas ou saltou de um dos precipícios. Após a morte de Herodes em 4 aC, no entanto, a cidade foi novamente concedido a sua independência, tornando-se parte da Decápole.

O calcanhar de Aquiles de Gadara era a água. Os primeiros habitantes cavaram cisternas e gessada. Há pelo menos 70 no centro da cidade, que variam em capacidade de 6 metros cúbicos para 450. (O Reino da Jordânia planos para criar um passeio sombreado panorâmica entre alguns deles, com oportunidades para se molhar.) Assumindo uma precipitação média anual de 19 polegadas, os arqueólogos estimam que as cisternas teria fornecido o suficiente para 2.100 pessoas. Havia também três molas modesto nas proximidades. (Fonte)

O conceito deve ter mudado radicalmente quando Gadara engatou seu destino a Roma. Qualquer metrópole que se preze Roman tinha que ter banhos públicos e fontes. Uma média Roman urbanite usados ​​400 litros diários, de acordo com o engenheiro Matthias Döring (para comparação, a média alemã urbanite hoje usa 150). Foi provavelmente depois de Pompeu, portanto, que a gadarenos encapsulado através de calcário a uma mola chamada 'Ain Turab sete milhas de distância. Depender da gravidade, o túnel torcida e virou-se para evitar vales intervir, de modo que seu comprimento real foi de 13 milhas.

Que muito tunelamento através de calcário é incrível. Mas mesmo isso não foi suficiente, aparentemente, para satisfazer as ambições da Gadara Romana. A cidade se tornou a meta de um túnel de água subterrânea 58 milhas de comprimento.


Este segundo túnel, de longe, a mais longa conhecida no mundo antigo, poderia ter tido o seu início durante qualquer de construção de vários surtos entre as cidades Decápolis. O primeiro pós-Pompeian surge veio sob Vespasiano (69-79 dC), cuja confiança oficial Traianus pavimentada uma estrada de Palmyra ao Eufrates, permitindo um melhor comércio com a Mesopotâmia e na Índia. Seu filho Trajano, imperador de 98 até 117, continuou esse esforço, após a anexação do reino Nabataean em 106, ele construiu a famosa Via Nova Traiana do Mar Vermelho para Bostra. Seu sucessor, Adriano, o inverno na Decápole cerca de 130 AD, a concessão de privilégios para suas cidades. Grande parte da construção monumental decorre neste momento.

Depois que o cristianismo se estabeleceu na região sob os bizantinos, Gadara tornou-se um bispado. Como tal, tinha uma parte nos conselhos de Nicéia, Calcedônia e Éfeso. A igreja bizantina ea data banhos a partir deste momento (veja a próxima seção).

Quando os muçulmanos ganharam a Batalha da Yarmuk em 636, os bizantinos condução da terra para sempre, Gadara continuou a prosperar. Ele foi derrubado pelo terremoto de 749, que destruiu muitas outras cidades no Vale do Jordão e além, incluindo Tiberias e Scythopolis. Os sobreviventes abandonaram as estruturas caídas para as localidades menos distinto, mas mais seguro. Ervas daninhas tomaram a cidade dos filósofos.

Em 1806, Ulrich Seetzen, um explorador alemão, identificou as ruínas de antiga Gadara.
O Tumulo do Apostolo João
Segundo uma antiga tradição, Éfeso foi o local para onde se retirou o Apóstolo João até o final de sua vida. De fato, analisando o ambiente cultural do qual emerge o quarto Evangelho, é possível muitas semelhanças com o contexto em que viviam os efésios do primeiro século. A mesma coisa se pode dizer quando às cartas de João e, mesmo o Apocalipse, todos escritos do Novo Testamento.

Até os dias de hoje, em Selçuk, uma cidadezinha bem próxima a Éfeso, podemos encontrar as ruínas da Basílica de São João Evangelista. Na parte onde seria o presbitério da Basílica, conserva-se ainda o túmulo do Apóstolo, onde se acredita que estejam depositados seus restos mortais.

Entrada do sítio arqueológico

As ruínas da Basílica, vista de lado (fotos acima e abaixo).

O presbitério da Basílica.

Visão geral do presbitério. Ao centro, o túmulo do Apóstolo João.
O Túmulo do Apóstolo João.
Lápide com a inscrição de identificação aos visitantes
À entrada da Igreja, à direita (assim como era tradição em todas as Igrejas antigas), encontra-se o batistério. Feito em forma de cruz cravada no chão, os convertidos eram batizados por imersão, ou seja, desciam os degraus do poço que estava cheio de água e eram mergulhados nas águas do Batismo.
O batistério, visto por outro ângulo. Pela foto, é possível ver os degraus de um dos lados. O catecúmeno descia por um lado e subia pelo outro lado da cruz. Ao descer, mergulhava seus pecados no mistério da cruz de Cristo; ao sair, renascia para a vida nova que o Batismo lhe havia dado. Esse gesto sacramental procurava evidenciar a real natureza do Sacramento que recebemos: "Pelo batismo, fomos sepultados com ele em sua morte, afim de que, assim como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, também nós levemos uma vida nova." (Rm 6, 4)
Biografia apóstolo João

Filho de Zebedeu e de Salomé. Ele e seu irmão Tiago eram pescadores (Mt 4.21). João Batista o apresentou a Jesus (Jo 1.35-39), que o chamou para ser apóstolo (Mc 1.19-20). Era do grupo mais íntimo de Jesus (Mc 5.37; Mt 17.1; 26.37). Ele e Tiago são chamados de BOANERGES. Foi ele o único discípulo que permaneceu perto da cruz (Jo 19.26-27) e o primeiro a crer na ressurreição de Cristo (Jo 20.1-10). Após o Pentecostes, trabalhou inicialmente com Pedro (At 3.1-4.22; 8.14-17; Gl 2.9). A tradição diz que João viveu em Éfeso até uma idade bem avançada. É considerado o autor do Evangelho de João, das três epístolas que levam o seu nome e do Apocalipse.
O apóstolo João era conhecido como "o discípulo amado de Jesus". Foi o autor do quarto Evangelho no Novo Testamento. Também escreveu três epístolas (cartas a outros cristãos) e o livro do Apocalipse.

O apóstolo João gozava de alta reputação entre os cristãos e sua influência tem sido sentida através dos séculos. Embora muitos cristãos o respeitem, não sabemos muito de sua vida. Quando a Bíblia fala de João, ele está sempre acompanhado de Pedro ou Tiago. E mesmo quando a Bíblia menciona João e Pedro, é quase sempre Pedro que está falando. Por isso é difícil termos um quadro completo de como foi a vida de João. Entretanto, juntando-se diferentes histórias do Novo Testamento, podemos ter uma idéia melhor sobre a vida do "discípulo que Jesus amava".


JOÃO NOS EVANGELHOS SINÓTICOS

Os Evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) nos dão a maioria das informações biográficas que temos sobre João. O nome do pai de João era Zebedeu e João tinha um irmão chamado Tiago (Mateus 4:21). O Evangelho de Mateus nos conta que Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e José, e "a mãe dos filhos de Zebedeu" estavam presentes na morte de Cristo (27:56). O Evangelho de Marcos também cita três mulheres: Maria Madalena, Maria mãe de Tiago, e Salomé (Marcos 15:40). Quando comparamos estas duas passagens na Bíblia, podemos deduzir que Salomé pode ter sido o nome da mãe de João. Além disso, o Evangelho de João nos relata que Salomé era irmã da mãe de Jesus (João 19:25). Assim João seria primo de Jesus. Não podemos ter certeza disso, porque certamente havia muitas outras mulheres aos pés da cruz durante a crucificação (Mateus 27:55). Muitas pessoas aceitam que Jesus e João eram primos, mas não há certeza absoluta sobre isso.
João fazia parte do grupo de discípulos que Jesus convocou às margens do Mar da Galiléia (Mateus 4:21-22 e Marcos 1:19-20). Foi um dos primeiros discípulos chamados. É possível que fosse o companheiro anônimo de André quando aquele apóstolo seguiu a Jesus (João 1:35-37).


OS DISCíPULOS MAIS PRÓXIMOS DE JESUS

Jesus escolheu três discípulos - Pedro, Tiago e João - para estarem especialmente perto dele durante o seu ministério na terra. Por causa de sua posição especial, estiveram com Jesus durante as grandes ocasiões. João, Tiago e Pedro estavam presentes com Jesus na Transfiguração (Mateus 17:1-2, Marcos 9:2 e Lucas 9:28-29). Jesus também levou justamente esses três para a casa de Jairo quando ressuscitou a filha daquele homem (Marcos 5:37, Lucas 8:51). Antes de Jesus ser preso, estava orando com Pedro, Tiago e João no Jardim do Getsêmane (Mateus 26:37, Marcos 14:33). Embora Jesus tivesse ficado zangado com eles por estarem dormindo em vez de orarem, não devemos esquecer o fato de que em seu tempo de grande aflição, quando se preparava para morrer na cruz, Jesus quis que esses três discípulos estivessem perto dele.

Há outras ocasiões em que João é mencionado nos Evangelhos. Lucas nos conta que João, que era pescador, ficou muito surpreso quando milagrosamente Jesus fez com que os discípulos apanhassem uma enorme quantidade de peixe (Lucas 5:9-10). Quando o ministério de Jesus estava quase encerrado, a Bíblia nos relata como João, Pedro, Tiago e André perguntaram a Jesus quando chegaria o fim do mundo e qual seria o sinal para esse acontecimento (Marcos 13:3-4). Também durante a última noite em que estiveram juntos, Jesus mandou que Pedro e João preparassem a ceia da Páscoa (Lucas 22:8).
Descoberta em Jerusalém confirma textos bíblicos, Salém é Jerusalém.
Salem, a cidade de Mequisedeque

Foi inaugurado o Museu do Ofel e parte das primeiras muralhas existentes em Jerusalém no período da história mais conhecido até os dias de hoje, e com ela mais uma descoberta espetacular.

O local, descoberto por Dra. Eilat Mazar, da Universidade Hebraica de Jerusalém e foi inaugurado para o público pelo diretor de conservação da Autoridade de Antiguidades de Israel, aberto ao público, graças à generosidade das doações de Daniel Mintz e Berkman Meredith.
Jerusalem dos Reis

No final dos trabalhos de escavação os visitantes podem tocar o caminho aberto de pedras e paredes cuja construção vai contar a história de Jerusalém através das eras. Agora é possível caminhar confortavelmente através da construção, em locais que ainda não haviam sido abertos ao público, de forma impressionante e aprender com os sinais que demonstram a diferente história da região.

No início de 2010 concluiu a arqueóloga Dra. Eilat Mazar, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, a exposição do sistema de fortificações em Jerusalém. Em seguida, começou imediatamente no local, um trabalho de conservação e preparação do lugar para visitas. Essas obras de conservação foram conduzidas pelo diretor de conservação do IAA, e durou cerca de um ano e meio.

O local exibe um conjunto de estruturas expostas ao longo da linha das fortificações do Primeiro Templo (X século antes de Cristo). Entre outras coisas foi expostas a uma impressionante estrutura que é identificada como um portal, uma estrutura de estado, uma seção da torre e muralha da cidade em si. Dra. Mazar sugere identificar os prédios como parte de uma fortificação construída pelo rei Salomão, em Jerusalém: a Casa e a Casa do Senhor, e o muro em redor de Jerusalém". (I Reis 1) Além das fortificações do Primeiro Templo também foram descobertas outras seções de muralhas e torres da cidade bizantina e duas torres. Este muro foi construído pelo Império Bizantino, no século V DC.

Além do sistema de fortificação também completou um quarto do período do Segundo Templo (século primeiro), preservando dois andares do edifício.

O destaque da escavação é a exposição completa da estrutura de porta. O plano deste é de um impressionante edifício que dispõe de quatro salas do mesmo tamanho, dispostos em cada lado de um amplo corredor com piso de pedra calcária. O plano é do período primeiro Templo, um portal VI A.C, como os portões do tempo que foram descobertos em Megido, Beer Sheva e Ashdod.
Cântaros da época dos Reis

Mazar identifica o portal com "portal das águaa" que é mencionado na Bíblia: "Ora, os netinins habitavam em Ofel, até defronte da porta das águas, para o oriente, e até a torre que se projeta." Neemias 3:26. Ao leste da porta vê-se o piso térreo de um edifício destruído em um incêndio poderoso. .. Mazar sugere que esta estrutura foi destruída pelos babilônios durante a conquista em 586 AC no chão do edifício foram descobertos dez vasos de barro muito grande (pithoi), que parecem ser utilizados para conter óleo ou vinho em um destes jarros de cerâmica que sobreviveram encontrou-se a inscrição em hebraico: "Ministro das Hof..." O endereço indica que o objeto pertencia a um dos ministros do reino. Provavelmente Sar Haofim, ou seja, Ministro dos Padeiros(Copeiros).
Inscrição do Rei de Salém

Durante a escavação se revelou o registro mais antigo descoberto até o momento em Jerusalém. Este achado é único, excepcional em sua importância para a história da cidade, a partir de agora estará em exposição permanente no Centro de Arqueologia Davidson e estará aberto ao público. Este é um pedaço de tábua que é argila e contém minúsculos cuneiformes acadianos no inscrição, é uma língua internacional da época. Entre a alta habilidade palavras escritas pode ser lido: "Você estiveste", "após", "eles". A placa escrita é típica das que foram utilizadas na antiga Mesopotâmia como correspondência internacional.

Após uma verificação pode-se notar que o material da placa é típico da região de Jerusalém. Parece ser uma cópia de uma carta do rei de Jerusalém da época(Eved Haba), ao rei do Egito. Uma cópia desta carta era preservada como o arquivo da cidade bíblica de Salém, que era a Jerusalém daquela época. A parte da placa encontrada é uma prova confiável do status de Jerusalém como um reino importante em Canaã sendo uma cidade-estado sob proteção do reino do Egito faraônico.